Vocês já sacaram que a gente está bem desanimado com essa edição do Big Brother, né? Assim, amamos o blog, a resposta no Twitter e vocês, seus lindos, mas o problema é que não tá rendendo muita piada.
Sei lá, não dá mais pra gente ficar chamando as minas de biscat porque né, convenhamos, todo mundo já sacou qualé a delas. Também não dá mais pra ficar sugerindo que tem caroço (ui) nesse angu (ai) engatado (ai ai ui ui) pelo Diogro, Mau Mau e Rodrigão.
Nos restou o que? Idolatrar Daniel e Diana por serem os únicos participantes a mostrar que, além de serem divertidos, são transparentes. E dizemos isso do fundo dos nossos corações apertados, sabe? Espera, vou falar na primeira pessoa porque esse post tá virando uma confissão pessoal mesmo…
Digo isso do fundo do meu coração. Porque sei lá, desde que anunciaram os participantes, eu apostei muito na Paula e hoje eu não consigo sequer ouvir a voz dela. Não tem nada a ver com ser gorda, gente, mas Paula perdeu a grande chance de parecer uma pessoa vidaloka realmente interessante e desligada de seus atributos (?) físicos e assumiu um papel tão sem sal quanto a última dose de tequila que ela fingiu beber para ficar muy loca numa dessas festas “tri”sexuais que ela deve frequentar.
Janaína é uma participante que não decepcionou porque né, desde o primeiro dia ela já mostrou a que veio: nada. Agora ela até tenta ser alguém relevante, mas sua indiferença no início do jogo deixou ela de escanteio pra sempre. E Jana não ajuda. Bem me lembro das confissões que a bailarina (?) fez alguns dias depois de chorar, dizendo que aquele era um programa da família brasileira e que não achava legal as crianças assistirem as cenas de pegação entre as bisca e Cristiano. Confissões essas que envolviam sexo numa movimentada avenida de São Paulo e no cinema do shopping Tatuapé. Na rua sussa, na tv não.
Maria não decide se chupa ou larga o osso, embora o cosmos já não saiba mais como deixar claro que ela já passou dos limites. Dai fica lá, biscateando e rastejando atrás de homem. Sei lá, se eu fosse uma biscat gostosa, a última coisa que eu faria era ser capacho de homem, principalmente do Mau Mau. Talula fica lá narrando o jogo e roendo os dedos, ou seja, nem pra ser gostosa ela tá servindo muito. Jaquelaine fica indo na onda dos outros e falando alto pra fingir que tem alguma relevância.
Wesley e Adriana eu passo, finjo que não percebi que eles estão alí. Te dizer que eles se apaixonaram pelas pessoas erradas e ninguém sabe o quanto eles estão sofrendo. Não por amor, e sim por terem sido tontos e usado errado as informações que tiveram aqui fora. Porque eles entraram bem cientes de que Maria era uma bisca, Rodrigão uma porta e Diogo um babaca.
E dos Três Patetas, o que dizer? Começar dizendo que, acima de tudo, o Iarnuou é um blog que a gente criou para zoar os participantes, o programa e até mesmo os telespectadores, e que em momento algum a gente se comprometeu em ser imparcial. É um blog que expressa apenas a nossa opinião mais sincera sobre o desenrolar do jogo. Pra manter o nível (e não arranjar treta jurídica porque temos preguiça), metade da nossa opinião vai ser involuntariamente censurada, ok?
Maurício não sabe mais como esconder seu verdadeiro caráter. O piti que deu ontem no almoço, por causa de uma verdade que Diana disse, mostrou que ele entrou alí para o papel de Paula, ou seja, ser o legalzão com todo mundo e ganhar o público pelo carisma (que deve ter sido confiscado por Boninho ainda no hotel!). Mau Mau quer fingir que joga com o coração e que não vota em ninguém alí, ou seja, entra no confessionário só pra mandar um alô do coração para o público.
Rodrigão nem precisou de teste vocacional. Nego nasceu pra profissão que exerce. Sabe que é bonito, sabe como parecer bonito e tem um charme indiscutível. De boca fechada. Porque quando resolveu dizer alguma coisa, provou que contos-de-fada são reais: o príncipe é, na verdade, um sapo. Pra não dizer que ele tá mais pra cavalo branco.
Rodrigo deve ter sido vítima de bullying na escola. Como era muito bonito, era chamado de gay pelos moleques invejosos e inquietos da sala, que só davam trabalho para a professora e perseguiam Rodriguinho. Tadinho. Cresceu traumatizado e decidiu que ninguém nunca mais duvidaria de sua sexualidade. Err…
Enquanto isso, seu amigo-de-fé-irmão-camarada Diogo tem tiques nervosos, hiperatividade, gagueira e senso de humor duvidoso. Resumindo, Diogo é um chato.
Quando criança, Diogo devia ser uma criança mal compreendida, que liberava sua frustração e carência sendo um menino inquieto, brigão, falastrão e hiperativo. Daqueles que a professora não aguenta mais mandar ficar quieto mas que também não tem coragem de por pra fora da sala. Daqueles que zoava todo mundo, forçava amizade com todo mundo, fazia piada sobre todo mundo. Daqueles que chamava o galã da sala de viado só porque tinha inveja do carisma dele… OPA, PERA AÍ!
Diogo fala demais. E fala o que não deve. Nos presenteia com absurdos novos a cada dia. Arranja encrenca com todo mundo só pra ter a chance de falar mais alto. E mais alto. E mais alto. A gente, que curte um desconforto, cansou! Como disseram as lindas do Tricô do Broder, já perdeu a graça. Atravessou a tênue linha que separa o ridículo do deprimente.
Mas as professoras não tem coragem de botar pra fora, de chamar a direção. Porque sabem que é capaz que ele volte ainda pior. Professoras essas que estão mais empenhadas em fingir que a bagunça não está acontecendo e continuar rebolando para apagar a lousa e passar dever de casa.
E a gente aqui, assistindo um programa previsível, cheio de participantes bundões que estão mais preocupados em parecer legais e fazer presença VIP de cachê alto. E recebendo mensagens no Twitter dizendo que Diogo é o único agindo certo naquela casa.
Pfff, nem Boninho está agindo certo…